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Mudança do IVA

  O que muda no seu restaurante a partir de 1 de julho de 2016 O que muda no seu serviço de Alojamento a partir de 1 de julho de 2016 A Lei n.º 7-A/2016, de 30 de março, que aprovou o Orçamento do Estado para 2016 (OE 2016), estabeleceu várias alterações ao IVA, sendo reformuladas as listas de bens e serviços sujeitos à taxa reduzida (6%*) e intermédia (13%*). Embora estas alterações já estejam em vigor desde 31 de março, há uma alteração importante que se aplicará apenas no próximo dia 1 de Julho, afetando todos os estabelecimentos que, de alguma forma, fornecem ou prestam serviços de alimentação e bebidas. No caso dos estabelecimentos que prestam serviços de take-away, drive-in ou outras formas de fornecimento de refeições prontas a consumir, passará a aplicar-se a taxa intermédia, em vez da taxa normal (23%), a estes serviços. Para que não restem dúvidas, enquadram-se neste conceito os serviços de fornecimento de pratos ou alimentos acabados de preparar, prontos para consumo imediato, com ou sem entrega ao domicílio, sem serviços associados de apoio ao respetivo consumo. No caso dos estabelecimentos que prestam serviços de restauração, passará a aplicar-se a taxa intermédia (13%) a estes serviços, em vez da taxa normal (23%). Para que não restem dúvidas, enquadra-se neste conceito o fornecimento de comida e/ou bebidas, preparadas ou não, acompanhado de serviços de apoio suficientes para permitir o consumo imediato das mesmas, serviços esses prestados nas instalações do prestador. No caso dos estabelecimentos que prestam serviços de catering, passará a aplicar-se a taxa intermédia (13%) a estes serviços, em vez da taxa normal (23%). Para que não restem dúvidas, enquadra-se neste conceito o fornecimento de comida e/ou bebidas, preparadas ou não, acompanhado de serviços de apoio suficientes para permitir o consumo imediato das mesmas, serviços esses prestados fora das instalações do prestador. No caso dos estabelecimentos que prestam serviço de alojamento com alimentação e bebidas incluídos, a taxa de IVA a aplicar varia consoante o regime de alojamento contratualizado: – Alojamento com pequeno-almoço incluído: Taxa reduzida (6%) – Pensão completa (alojamento+pequeno-almoço+almoço+jantar): 50% do valor à taxa reduzida (6%) e o restante de acordo com as taxas aplicáveis aos serviços de restauração – Regime de meia pensão (alojamento com pequeno-almoço + uma refeição principal): 75% do valor à taxa reduzida e 25% de acordo com as taxas aplicáveis aos serviços de restauração Outros serviços, tais como lavandaria, aluguer de salas,…, serão tributados à taxa que lhes corresponder. Caso estes serviços digam respeito ao fornecimento de bebidas, a taxa aplicável varia consoante a natureza das mesmas: Taxa normal (23%): bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares e águas gaseificadas. Taxa intermédia (13%): Águas naturais, chá, café, leite, e outras que não se enquadrem nas categorias anteriores. Assim, a taxa intermédia não pode ser aplicada de forma generalizada e indiferenciada na área da restauração. Por outro lado, quando sejam definidos “menus” que, por um preço global, prevejam o serviço de fornecimento de diversos alimentos e bebidas, sujeitos individualmente a diferentes taxas de IVA, deve apurar-se o valor proporcional que cada parcela do serviço representa no preço global fixado, de forma a efetuar-se a devida repartição por taxa de IVA. O apuramento do valor proporcional deve basear-se no preço de cada uma dessas parcelas do serviço quando faturada individualmente, atendendo-se, para isso, à tabela de preços do estabelecimento ou, na falta desta, ao valor normal dos serviços, determinado nos termos do n.º 4 do artigo 16.º do CIVA. Em alternativa, pode aplicar-se a taxa mais elevada ao preço global do menu. ..
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Publicado: 16/06/2016

Orçamento de Estado 2016 - Novidades no âmbito do IVA

A Lei n.º 7-A/2016 que aprovou o Orçamento de Estado para 2016 (OE2016), entrou em vigor no dia 31 de Março, produzindo efeitos desde essa data. Como seria de esperar, há novidades em diversos domínios que, de forma direta ou indireta, afetarão a atividade de particulares e empresas. Taxa Reduzida e Taxa Normal No âmbito do IVA, há, desde logo, alguns bens que passam a estar sujeitos à taxa reduzida: Algas vivas, frescas ou secas; Sumos e néctares de algas, as bebidas de cereais, amêndoa, caju e avelã sem teor alcoólico; Tofu, tempeh e soja texturizada; Copos menstruais; Prestações de serviços utilizadas no âmbito da atividade aquícola; Transmissões de bens e prestações de serviços efetuadas no âmbito da atividade de criação de animais para experiências de laboratório; Por outro lado, alguns bens que estavam sujeitos à taxa reduzida passam a estar abrangidos pela taxa normal, nomeadamente alguns bens alimentares derivados do pão, tais como os gressinos, pães-de-leite, regueifas e tostas. IVA na Restauração Na área da restauração, à qual se aplicava de forma generalizada a taxa de IVA normal, foi estipulado que, a partir de 1 de Julho de 2016, deve passar a ser aplicada a taxa de IVA intermédia às seguintes operações: Refeições prontas a consumir, nos regimes de pronto-a-comer e levar ou com entrega ao domicílio; Prestações de serviços de alimentação e bebidas, com exclusão das bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares e águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias. A este respeito, clarifica-se que, quando o serviço incorpore elementos sujeitos a taxas distintas para o qual é fixado um preço único, o valor tributável deve ser repartido pelas várias taxas, tendo por base a relação proporcional entre o preço de cada elemento da operação e o preço total que seria aplicado de acordo com a tabela de preços ou proporcionalmente ao valor normal dos serviços que compõem a operação. Não sendo efetuada aquela repartição, é aplicável a taxa mais elevada à totalidade do serviço. Isenções Estabelece-se que a renúncia à isenção de IVA na prestação de serviços médicos, sanitários e operações com elas estreitamente conexas deixe de ser aplicável aos hospitais, clínicas e similares que, não sendo pessoas coletivas de direito público, prestem tais serviços no âmbito de acordos celebrados com o Estado, no âmbito do sistema de saúde, nos termos da respetiva lei de bases. Obrigações Acessórias Entre as autorizações legislativas, merece destaque e desperta, até, alguma curiosidade, a autorização para alterar os elementos formais que as faturas emitidas pelos sujeitos passivos abrangidos pelo regime especial de tributação dos pequenos retalhistas devem conter. IEC Ao nível dos impostos especiais de consumo, foram aumentadas em 3% as taxas do IABA sobre bebidas espirituosas, produtos intermédios e sobre a cerveja. Foi igualmente aumentada em 3% a taxa do elemento específico do imposto incidente sobre os cigarros. ..
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Publicado: 04/05/2016

LEI Nº 144/2015 - ARBITRAGEM DE LITÍGIOS DE CONSUMO

Foi publicada, em Diário da República, a Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro, que transpõe a Diretiva 2013/11/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de maio de 2013, sobre a resolução alternativa de litígios de consumo, e estabelece o enquadramento jurídico dos mecanismos de resolução extrajudicial de litígios de consumo, revogando os Decretos - Lei n.º 146/99, de 4 de maio, e n.º 60/2011, de 6 de maio. Esta Lei cria obrigações para as empresas e entidades que querem efetuar a resolução extrajudicial de litígios de consumo e cria ainda uma Rede de Arbitragem de Consumo. Também determina que a Direção-Geral do Consumidor é a autoridade competente para acompanhar o funcionamento daquelas entidades, estabelecendo os princípios e as regras a que deve obedecer o funcionamento das entidades de resolução alternativa de litígios de consumo, e o enquadramento jurídico das entidades de resolução extrajudicial de litígios de consumo em Portugal. As empresas ficam assim obrigadas a informar os seus clientes da existência de um Centro de Resolução alternativo de litígios aplicável ao setor onde se enquadram, indicando o website do mesmo, ou da existência de outra entidade de Resolução Alternativa de Litígios competente. Entrada em vigor e meios de informação ao consumidor Este dever de informação passa a ser obrigatório a partir de 23 março de 2016, devendo esta informação ser prestada no website da empresa, se o mesmo existir, e em outro meio duradouro como seja o contrato, fatura ou outro. Sanções e Coimas As empresas, que não cumpram esta obrigação, podem ser alvo de processos de contra ordenação, sendo que as coimas podem ir de € 500,00 a € 5.000,00 para as pessoas singulares e de € 5.000,00 a 25.000,00 para as pessoas coletivas. Perguntas e respostas Estão abrangidos por esta obrigação: Todas as pessoas singulares ou colectivas (empresas e empresários em nome individual); Que exerçam uma actividade económica: comercial, industrial, artesanal ou profissional; Mesmo que não tenham estabelecimento comercial e apenas vendam bens ou prestem serviços através da Internet; Que a sua actividade não seja exclusivamente serviços de interesse geral sem contrapartida económica, serviços de saúde e serviços públicos de ensino complementar ou superior; Os destinatários dos seus bens ou serviços sejam consumidores. O que devem informar? Quais as entidades de RAL disponíveis, desde que as mesmas sejam competentes para dirimir litígios de conflitos, por exemplo, uma oficina reparadora de veículos automóveis deverá indicar as entidades de RAL especializadas nesse sector, ou um operador económico que tenha um estabelecimento comercial num determinado concelho, deve indicar apenas a entidade RAL que tem competência para dirimir conflitos nesse Concelho; Ou aquela a que se encontram vinculados por adesão ou por imposição legal decorrente de arbitragem necessária, como é o caso dos serviços públicos essenciais (electricidade; gás, água e resíduos, comunicações electrónicas e serviços postais). Que informação deve ser dada sobre os RAL? Deverá ser indicada a designação da entidade RAL e o respectivo “website”. Poderá ainda constar a morada e os contactos telefónicos da mesma. Exemplos de Como devem ser prestadas as informações? a) Para as empresas já aderentes a um ou mais Centros de Arbitragem de Conflitos de Consumo: “Empresa aderente do Centro de Arbitragem XXX, com os seguintes contatos... Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a esta Entidade de Resolução de Litígios. Mais informações em Portal do Consumidor www.consumidor.pt .   b) Para as empresas não aderentes: “Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de consumo: nome(s) e contato(s). Mais informações em Portal do Consumidor www.consumidor.pt.”   Onde e como devem ser prestadas as informações: No “website” dos fornecedores de bens ou prestadores de serviços, caso este exista; e nos contratos de compra e venda ou de prestação de serviços entre o fornecedor de bens ou prestador de serviços e o consumidor, quando estes assumam a forma escrita ou constituam contratos de adesão. Não existindo contrato escrito, a informação deve ser prestada noutro suporte duradouro, preferencialmente num letreiro afixado na parede ou aposto no balcão de venda, ou em alternativa, na factura ou recibo entregue ao consumidor. Compete à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e aos reguladores sectoriais nos respectivos domínios, a fiscalização dos deveres de informação dos fornecedores de bens ou prestadores de serviços, bem como a instrução dos processos de contra-ordenação e a aplicação das coimas e sanções acessórias. A violação deste dever de informação constitui contra-ordenação punível com coima de €500,00 a €5.000,00, no caso de pessoas singulares, e de €5.000,00 a €25.000,00, no caso ..
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Publicado: 07/03/2016

Obrigatoriedade de Inventário Permanente, a sua empresa está abrangida?

Se a sua empresa está abrangida pela obrigatoriedade do Inventário Permanente, é importante saber mais sobre o que deve fazer em 2016. Sabe em que categoria a sua empresa está enquadrada? Já olhou para os novos limites que vão entrar em vigor? Se no exercício de 2015 ultrapassou dois dos três limites das Microentidades terá de adotar o Sistema de Inventário Permanente em janeiro de 2016. CATEGORIA DAS ENTIDADES (Não ultrapassem 2 dos 3 limites) A partir de 1/1/2016 MICROENTIDADES Total do Balanço Volume de negócios líquido Nº médio de empregados 350.000€ 700.000€ 10 PEQUENAS ENTIDADES Total do Balanço Volume de negócios líquido Nº médio de empregados 4.000.000€ 8.000.000€ 50 MÉDIAS ENTIDADES Total do Balanço Volume de negócios líquido Nº médio de empregados 20.000.000€ 40.000.000€ 250 GRANDES ENTIDADES Total do Balanço Volume de negócios líquido Nº médio de empregados Que ultrapassem dois dos três limites das médias entidades Pode encontrar mais informações sobre o Sistema de Inventário Permanente, clique no link abaixo: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/NR/rdonlyres/39DBEAA5-0F74-4AD6-AE6F-B51C462F8713/0/Decreto_Lei_98_2015.pdf   ..
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Publicado: 30/12/2015

Update da microsoft (KB3132372) para o Windows 10, inibe o arranque das aplicações Sage.

Foi detectado recentemente em computadores com sistema operativo Windows 10 ao entrar nas aplicações Sage que “deixou de funcionar”. Esta situação é originada por uma actualização do sistema operativo. Se foi vitima desta situação entre em contacto com o nosso suporte o mais breve possível, já temos solução para este problema. Pedimos desculpa mas esta situação é completamente alheia à INFORLITORAL ou à SAGE PORTUGAL, é originada por uma actualização do Windows 10 (KB3132372). ..
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Publicado: 30/12/2015

Nova Funcionalidade do Site - Downloads

Agora já pode estar sempre actualizado com as últimas versões para o seu Software de Faturação, basta ir à nossa seccção de Downloads (fim da página) e fazer o download. Também temos disponível os downloads dos softwares de Acesso Remoto ao seu PC. ..
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Publicado: 02/10/2015

IMPLEMENTAÇÃO DA TAXA SOBRE OS SACOS DE PLÁSTICO É ADIADA

Com a reforma da fiscalidade verde era esperado que a partir de 1 de Janeiro os sacos de plástico nos supermercados e outras superfícies comerciais passem a custar cerca de dez cêntimos. Porém, quem for às compras em Janeiro do próximo ano não será confrontado com a nova taxa. O Governo decidiu dar um mês de adaptação a consumidores e empresários antes de os sacos começarem a pagar a taxa adicional – oito cêntimos, ao que se junta o IVA de 23%, pelo que no total são dez cêntimos por saco de plástico. A medida vai ser então introduzida de forma gradual. Inicialmente será criado um período de transição de um mês e outro de coexistência do modelo com taxa e sem taxa. Posteriormente entrará então em vigor a nova tributação sobre os sacos de plástico. “No sentido de permitir o escoamento de stocks de sacos de plástico leves por parte de produtores e comerciantes, existentes à data de entrada em vigor da lei, estará previsto na portaria de regulamentação um período transitório de 30 dias após a data de publicação da portaria”, indicou o Ministério do Ambiente ao Dinheiro Vivo. O ministério lembra ainda que “45 dias após a data de publicação da mesma portaria só será possível a distribuição de sacos que tenham sido sujeitos à contribuição por parte dos produtores ou importadores. Assim, os comerciantes vão ter 44 dias para escoar todos os sacos adquiridos sem taxa e, aos 45 dias após a publicação da portaria terão de passar a comprar sacos aos fornecedores com taxa e cobrar a taxa aos clientes. Em teoria, o imposto é pago ao Estado pelos produtores e importadores dos sacos, mas na prática vai ser o consumidor a acarretar com o custo, que será discriminado na factura da compra. Nos casos em que as lojas já cobram pelos sacos, a taxa de dez cêntimos também é válida e nestas situações os sacos podem chegar a custar 12 ou 13 cêntimos, com a ressalva de que o comerciante pode optar por não assumir o custo do saco e cobrar apenas a taxa. ..
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Publicado: 30/12/2014

Nova obrigação declarativa a caminho: Comunicação dos inventários

Na proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2015 foi aditado um novo artigo que passa a prever a obrigatoriedade de comunicação dos inventários à AT.  Quem está obrigado a efetuar a comunicação dos inventários?  A nova obrigação aplica-se às pessoas, singulares ou coletivas, que tenham sede, estabelecimento estável ou domicílio fiscal em território português, que disponham de contabilidade organizada e estejam obrigadas à elaboração de inventário, cujo volume de negócios do exercício anterior ao da referida comunicação seja superior a 100.000,00€. Nos termos do regime transitório que acompanha a proposta de alteração, o limite reporta-se ao volume de negócios do exercício em que é publicada a lei do Orçamento do Estado, produzindo efeitos a partir do exercício em que a mesma entre em vigor, ou seja, o volume de negócios a ter em conta, para efeitos da dispensa a aplicar ao período de 2015 é o verificado em 2014 (data previsível da publicação da Lei do Orçamento do Estado).  Qual o prazo para efetuar a comunicação dos inventários? A comunicação é efetuada à AT até ao dia 31 de janeiro, por transmissão eletrónica de dados, do inventário respeitante ao último dia do exercício anterior, através de ficheiro com características e estrutura a definir por portaria do membro do Governo responsável pela área das finanças.  Quando é que a obrigatoriedade de comunicação dos inventários entra em vigor? Nos termos do n.º 3 do artigo 12.º da Lei Geral Tributária, as normas sobre procedimento e processo são de aplicação imediata.  Assim, estando em causa uma nova obrigação declarativa, alguns especialistas consideram que a mesma é de aplicação imediata, ou seja, sendo a proposta aprovada na Assembleia da Republica, os sujeitos passivos terão de comunicar à AT, os inventários relativos ao período de 2014, até 31 de janeiro de 2015.   ..
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Publicado: 24/11/2014

Software Sage Certificado pela AT - Esclarecimentos

Nos últimos dias, o papel do software de facturação tem sido publicamente discutido e associado a eventuais fugas ao fisco, com a revogação da certificação de um programa do mercado e a intensificação das acções de fiscalização por parte da Autoridade Tributária. Tendo em conta que a informação foi generalizada e comunicada de forma massiva, poderá certamente ter-lhe gerado algumas dúvidas. A Sage, enquanto líder mundial de Software de Gestão para PMEs, atenta às constantes alterações da legislação, cumpre as exigências de certificação impostas pela Autoridade Tributária. O nosso software incorpora continuamente as alterações necessárias para cada versão estar sempre em total cumprimento com a Lei em vigor. http://emailling.sage.pt/v/IHef5vxePke2b12c6-b-3 ..
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Publicado: 06/05/2014

Validação do ficheiro SAF-T 1.01 com Portaria de 2009 termina a 31 de Março

Desde o dia 31 de Março deixou de ser aceite no portal e-factura o formato do ficheiro SAF-T PT 1.01 correspondente à portaria 1192/2009. ..
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Publicado: 02/04/2014

Falta menos um mês para que o suporte para Windows XP e Office 2003 seja terminado pela Microsoft

A 8 de Abril de 2014 a Microsoft irá terminar o Suporte ao Windows XP, deixando de disponibilizar actualizações, incluindo actualizações de segurança . Para saber mais clique no link: https://www.microsoft.com/pt-pt/windows/business/retiring-xp.aspx ..
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Publicado: 13/03/2014

O que mudou desde 1 de Janeiro de 2014?

O que mudou desde 1 de Janeiro de 2014? Desde 1 de Janeiro deste ano que o uso de software certificado passou a ser obrigatório, também, para as empresas que utilizam software produzido internamente e/ou que tenham emitido no período de tributação anterior um número de facturas, documentos equivalentes ou talões de venda inferior a 1000 unidades. Para além de um maior número de empresas estarem agora obrigadas ao uso de software certificado, houve ainda alterações ao nível das regras de facturação, entre elas: • A formatação de alguns campos mudou na impressão de documentos; • A palavra-passe de acesso ao programa e a realização de cópias de segurança passam a ser obrigatórias; • Deixa de ser permitida a alteração do NIF na ficha de um cliente que tenha já documentos emitidos; • Deixa de ser permitida a anulação de documentos sobre os quais já tenha sido emitido documento rectificativo, ainda que parcial. • Outras... ..
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Publicado: 03/03/2014

Facturas com novas informações obrigatórias a partir de 1 de Janeiro de 2014.

Facturas com novas informações obrigatórias a partir de 1 de Janeiro de 2014. Publicado em 18/12/2013 o Oficio Nº 3156/2013, indica que passa a ser obrigatório a menção nas facturas da identificação única dos documentos  (exactamente igual ao campo "DocumentNumber" do SAFT) e dos campos do emitente. As facturas onde não conste esta informação a partir de 1 de Janeiro de 2014 poderão ser consideradas inválidas para a dedução do IVA. Oficio para download em:http://www.xdrest.com/pt/parceiros/mat/Oficio_circulado_30156_2013.pdf   ..
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Publicado: 27/12/2013

2014 Traz Alterações às Regras de Certificação - Conheça os benefícios fiscais até 31 de Dezembro

2014 Traz Alterações às Regras de Certificação - Conheça os benefícios fiscais até 31 de Dezembro Reconhecendo a importância no investimento das PME em novas tecnologias, o Estado Português reforçou recentemente os apoios ao investimento, aprovando o Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (CFEI), através da publicação da Lei n.º 49/2013, de 16 de Julho.  Benefícios do CFEI:  Adquira novo software e hardware com dedução de 20% nas despesas de aquisição. Serão contabilizadas as aquisições, efectuadas entre 1 de Junho e 31 de Dezembro de 2013, até ao montante de € 5.000.000,00.  Esta dedução é efectuada na liquidação de IRC respeitante ao período de tributação que se inicie em 2013, até ao limite de 70 % da colecta deste imposto. Investimentos abrangidos:  Despesas de investimento em activos afectos à exploração relativas a activos fixos tangíveis e activos biológicos que não sejam consumíveis, adquiridos em estado de novo e que entrem em funcionamento ou utilização até ao final do período de tributação que se inicie em ou após 1 de janeiro de 2014;  Despesas de investimento em activos intangíveis sujeitos a deperecimento efectuadas nos períodos referidos nos n.º 1 e 4 do artigo 3.º, designadamente:         - As despesas com projectos de desenvolvimento         - As despesas com elementos da propriedade industrial, tais como patentes, marcas,          alvarás, processos de produção, modelos ou outros direitos assimilados, adquiridos          a título oneroso e cuja utilização exclusiva seja reconhecida por um período limitado          de tempo.    Para mais informações consulte a legislação: http://dre.pt/pdf1sdip/2013/07/13500/0413004131.pdf   ..
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Publicado: 05/12/2013

Alterações Legais às Regras de Certificação.

Maior número de empresas sujeitas às regras de certificação! Passam a estar obrigadas ao uso de software certificado e a respeitar as regras de certificação também as empresas que utilizem software produzido internamente ou por empresa integrada no mesmo grupo económico e/ou que tenham emitido, no período de tributação anterior, um número de facturas, documentos equivalentes ou talões de venda inferior a 1000 unidades (Portaria nº 340/2013 hoje publicada). http://dre.pt/pdf1sdip/2013/11/22700/0653606538.pdf   ..
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Publicado: 22/11/2013

Portáteis e tablets com memórias DDR4? Talvez em 2015

Nos servidores, prevê-se que as memórias DDR4 estreiem no final de 2014. Nos tablets e PC, a estreia da nova geração que memórias que promete duplicar a capacidade deverá ocorrer a meados de 2015.   Samsung, SK Hynix e Micron são alguns dos fabricantes que já começaram a produzir memórias DDR4 (acrónimo de Double Data Rate Fourth Generation) – mas esse início de operações não significa que a nova geração de memórias está em vias de chegar ao mercado. Até porque essa estreia no mercado depende em larga escala dos roteiros de lançamentos das fabricantes de processadores Intel e AMD. A Intel já fez saber que a nova geração de processadores de 14 nanómetros está apta a operar com módulos de memória DDR4. Os processadores Broadwell deverão estrear na segunda metade de 2014 – mas há quem lembre que o lançamento dos novos chips da Intel não pode ser encarado como o início de uma migração em massa para as DDR4. Em declarações à Computerworld, Mike Howard, analista da consultora IHS, é perentório: «Estamos ainda a 18 meses de distância dos primeiros PC com DDR4». O especialista na análise de mercados tecnológicos acredita que a DDR4 deverá começar a fazer o seu caminho no final de 2014 com processadores da Intel que se destinam a servidores. A estreia da DDR4 em conjugação com chips Broadwell desenhados para PC e tablets depende também da introdução arquitetura Skylake, com que a Intel pretende garantir a compatibilidade com as tecnologias DDR4, PCIe 4.0 e também SATA Express. Na AMD, há menos detalhes quanto ao uso de DDR4: sabe-se apenas que deverá acontecer até ao final de 2014. As estimativas da IDC também confirmam que os mais entusiastas ainda terão de esperar alguns meses até à estreia da quarta geração de DDR: no final de 2014, os servidores que não usam controladores de memória da Intel e AMD deverão estrear a DDR4 em servidores de topo de gama. Por essa mesma altura, a DDR4 terá uma quota de mercado de um por cento. Face à DDR3, a DDR4 promete o dobro do desempenho, o dobro da capacidade e a 20% a 40% de redução nos consumos de energia. ..
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Publicado: 22/11/2013

Qual o tempo de vida dos discos rígidos actuais?

Os discos rígidos mecânicos têm estado intrinsecamente ligados ao mundo da computação nos últimos 30 anos. Tem sido uma relação necessária e não há que negar que os disco rígidos mecânicos tiveram e continuam a ter um forte papel no que se refere ao crescimento e popularização dos sistemas informáticos e, mais recentemente, na rápida expansão do armazenamento na cloud. Dada a dependência que os sistemas têm destes dispositivos de armazenamento e sabendo que a informação é vital… a questão coloca-se “Qual o tempo de vida útil de um disco rígido”? A questão de saber qual o tempo de vida útil de um disco rígido é pertinente e todos nós sabemos que há muitas variáveis que podem influenciar esse período de vida funcional. É verdade que cada vez menos se ouve falar sobre discos com bad sectors, erros, etc, isto porque a tecnologia presente nos discos e sistema também evoluiu (ex. presença de sensores que bloqueiam o disco no caso de quedas, batidas, etc). Mas afinal quanto tempo poderá durar um disco rígido? O estudo foi realizado pela Backblaze (empresa na área da cloud), que tem actualmente no seu serviço cerca de 25 mil discos a funcionar a tempo inteiro. Segundo os dados divulgados, 74% dos discos actualmente usados têm um tempo de vida superior a 4 anos… os restantes têm problemas nos primeiros anos. Os dados revelados mostram que existem 3 fases críticas no que se refere a falhas: ·         No primeiro ano e meio, período que corresponde a cerca de 5.1% das falhas ·         Durante o próximos ano e meio (entre 1,5 a 3 anos) a percentagem de falhas desce para os 1.4% ·         Depois de 3 anos a probabilidade de falhar sobe para os 11.8% Numa análise rápida, a conclusão que tiramos é que nos primeiros 18 meses, 92% dos disco rígidos não têm problemas (De referir que no caso da Backblaze não existe reparações de discos…em caso de falhas estes são trocados de imediato por uma nova drive). Extrapolando os dados anteriores, cerca de 80% dos todos os discos irá “sobreviver” mais de quarto ano. Brian Beach, engenheiro na Backblaze especula que a taxa de falha no quinto ano pode rondar os 12% , o que, em traços gerais, corresponde a termos apenas 50% dos discos operacionais no sexto ano. Beach recorre à Curva da banheira (Bathtub curve) – para identificar as 3 fases distintas de vida de um disco rigido: ·         Fase I – Defeito de fabricação ·         Fase II – Falhas aleatórias ·         Fase III – Falhas relacionadas com o uso excessivo Este é um estudo interessante que apresenta alguns estatísticas com base na experiência. Hoje os discos rígidos têm integradas muitas tecnologias que garantem a melhor performances mas também a melhor protecção. Em resumo…se vão comprar um disco rígido hoje, há 90% de hipótese do mesmo ter um tempo de vida até 3 anos. Se o disco ultrapassar os 3 anos, então a probabilidade do disco “morrer” é de 12 %. De referir que na Backblaze estão criadas certamente as melhores condições ambientais (ex. temperatura nos servidores) para o bem funcionamento deste tipo de dispositivos,  apesar do desgaste que resulta do uso excessivo (24/7). Este tipo de estudo não pode/deve ser aplicado a discos externos uma vez que, pelos mais diversos factores, o tempo de vida pode ser inferior mas também superior. Já pensou que em cada 100 pessoas que compram um  disco rígido, 10 deles podem ter problemas num espaço de 3 anos… ..
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Publicado: 13/11/2013

Faturas em PAPEL TIMBRADO ou PRÉ-IMPRESSO

"Por força do n.º 14 do artigo 36.º do CIVA com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 197/2012 de 24/08, As facturas processadas através de sistemas informáticos, todas as menções obrigatórias, incluindo o nome, a firma ou a denominação social e o número de identificação fiscal do sujeito passivo adquirente, devem ser inseridas pelo respectivo programa ou equipamento informático de facturação. Uma das menções obrigatórias é a identificação (nome, morada e NIF) do  emitente dos bens ou prestador de serviços – vide alínea a) do nº 5 do art.º 36º do CIVA. Assim  se conclui que NÃO DEVE UTILIZAR PAPEL TIMBRADO ou PRÉ-IMPRESSO, com o nome e os dados da empresa, DEVENDO ESTES DADOS SEREM IMPRESSOS DIRECTAMENTE PELO SOFTWARE DE FACTURAÇÃO, incluindo eventuais “LOGOTIPOS” que a empresa possua, devendo para isso solicitar apoio à v/empresa responsável pelo sistema de facturação. Essa inclusão obriga que as empresas que utilizem papel timbrado, com o seu nome, endereço e número de identificação fiscal (NIF), para a impressão das facturas, o substituam por uma configuração informática, de forma que esses elementos sejam inseridos pelo respectivo programa ou equipamento informático de facturação. Na resposta obtida da AT, diz-nos esta que “Os contribuintes podem utilizar papel timbrado contudo nos termos do nº 14 do artigo 36º do CIVA com a redacção dada pelo Decreto-Lei nº 197/2012 de 24/08, nas facturas processadas através de sistemas informáticos, todas as menções obrigatórias, incluindo o nome, a firma ou a denominação social e o número de identificação fiscal do sujeito passivo, devem ser inseridas pelo respectivo programa ou equipamento informático de facturação. Uma das menções obrigatórias é a identificação (nome, morada e NIF) do  emitente dos bens ou prestador de serviços – vide alínea a) do nº 5 do art.º 36º do CIVA” Ora, esta informação obriga a que, no caso de se utilizarem impressos pré-impressos, haja uma duplicação de informação impressa." ..
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Publicado: 07/11/2013

Novo SAFT 1.03 Obrigatório

Com a entrada em vigor do novo regime de contabilidade de caixa, também designado por regime de IVA de caixa, torna-se também obrigatória a submissão do ficheiro SAFT num novo formato, que abaixo nesta comunicação usaremos a nomenclatura de SAFT 1.03, embora seja um regime de adesão opcional, esta informação deverá figurar no novo modelo de SAFT (1.03), as versões 1.01 e 1.02 não possuem estes campos. Sobre o novo SAFT 1.03 O novo regime de contabilidade de caixa, também designado por regime de IVA de caixa, é um regime de adesão opcional, que permite que as empresas possam proceder á entrega do IVA ao Estado apenas após o recebimento das faturas emitidas aos clientes e não no momento da sua emissão. Por sua vez as empresas só poderão deduzir o IVA suportado nas compras após o pagamentos destas. Este regime poderá ser benéfico para as empresas dependendo da natureza das suas operações, mantendo a fluidez financeira para aquelas que tem prazos longos de recebimento por parte dos seus clientes. A adesão ao novo regime, pelos interessados, deve ser feita até ao dia 30 de Setembro 2013, com entrada em vigor para documentos emitidos a partir do dia 1 de Outubro. Não constando os recibos da atual estrutura de dados do ficheiro SAF-T(PT), procedeu-se, em consequência, á nova adaptação da estrutura de dados do referido ficheiro designado de SAFT 1.03. A nova estrutura é obrigatória para a submissão de documentos datados a partir de 1 de Outubro de 2013, mesmo para empresas que não aderiram ao novo regime de IVA de caixa. Para mais informações consulte os links sugeridos: - Regime de IVA de Caixa - Nova estrutura SAF-T(PT)  - Nova estrutura SAF-T(PT) ..
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Publicado: 18/09/2013
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